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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Metade

Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca.


Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.


Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste.

Que a mulher que eu amo seja prá sempre amada, mesmo que distante.


Porque metade de mim é partida mas a outra metade é saudade.

 

Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor.

Apenas respeitadas, como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento.


Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo.

 

Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço.

Que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada.

 

Porque metade de mim é o que penso mas a outra metade é um vulcão.

 

Que o medo da solidão se afaste, e que convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.


Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...


Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.

E que o teu silêncio me fale cada vez mais.

 

Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.


Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba.

E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.

 

Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.

 

E que minha loucura seja perdoada.

 

Porque metade de mim é amor e a outra metade... também!


 

( Oswaldo Montenegro )

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Arco-Íris

Um arco-íris (também chamado arco-celeste, arco-da-aliança, arco-da-chuva, arco-da-velha) é um arco multicolorido com vermelho no seu exterior e o violeta em seu interior; a ordem completa de cores é vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (ou indigo) e violeta.


Para ajudar a lembrar a sequência de cores do arco-íris, usa-se a mnemónica: «Vermelho lá vai violeta», em que l,a,v,a,i representam a sequência laranja, amarelo, verde, azul, indigo. Na língua inglesa é usada a mnemónica roygbiv.









 " Cristianismo, islamismo e judaísmo dizem que o arco-iris foi entitulado por Deus "arco-da-aliança", pois logo após o Dilúvio quando a Arca de Noé pousou sobre o Monte Ararat Deus prometeu que nunca mais iria inundar a Terra e depois de cada chuva seu arco apareceria nas nuvens e este seria o simbolo do pacto estabelecido entre Deus e toda carne vivente de toda espécie que está sobre a terra e por todas as gerações futuras." 






Segundo uma lenda irlandesa, os duendes escondem potes de ouro no final do arco-íris para que não estejam acessíveis a todas as pessoas.  Os Leprechaun são pequenos duendes muito tímidos, que têm como profissão fabricar sapatos para as fadas. Vivem do que a floresta lhes dá, não gastam dinheiro nenhum e vão acumulando grandes tesouros. Só aqueles que os duendes acham que merecem, encontrarão o tesouro. Estes tesouros muito difíceis de encontrar apenas são visíveis aos humanos quando um arco-íris incide sobre o local onde estão escondidos, revelando o famoso pote de ouro.


Esta lenda é normalmente usada como metáfora para alcançar o sucesso e felicidade, sugere que antes de se atingir estes objectivos existe um longo e árduo caminho.  


Se queremos alcançar o sucesso temos que pensar sempre, porque não? Porque outros conseguiram e eu não posso conseguir? Nunca é tarde, basta esquecer o passado e olhar para frente e para cima.


Como disse a bem sucedida Daniela Ruah


 Temos que apontar ás estrelas se queremos chegar ás nuvens!


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Sinais da crise!?

As lojas Louis Vuitton tentam não vender todos os seus produtos para terem stock para o Natal!!! Aumentaram preços e fecham mais cedo para refrear a procura!... É assim a crise!!


 



 


" A crise parece não ter chegado ao universo Louis Vuitton. As lojas da marca em Paris vão passar a fechar uma hora mais cedo, porque a produção não consegue acompanhar o ritmo das vendas.


A marca francesa está a tentar não vender todos os seus produtos, para conseguir chegar ao Natal com stock.


De acordo com o Financial Times, a Louis Vuitton não é a única marca que não está preparada para a procura de bens de luxo pós-recessão. A Chanel aumentou os preços das suas malas clássicas em 20% para refrear a procura.


Os analistas atribuem a decisão às dificuldades em manter-se num nível de qualidade elevada com o aumento de 20% nas vendas deste ano. «Claramente que estes 20% têm de abrandar. Há um limite para a velocidade de vendas para que as lojas consigam formar pessoal e abrir fábricas. Mas é um bom problema para se ter!», explicou o analista Antoine Belge."


 


Fonte:http://www.google.pt/#hl=pt-PT&biw=1659&bih=865&q=louis+vuitton+paris+fechar+cedo&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=&fp=5f1a6b319e3830ff

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Juventude..sempre foi assim

 I - "A nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, goza as autoridades e não tem o menor respeito pelos mais velhos. Os nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Não se levantam quando um velho entra, respondem aos pais e são simplesmente maus."


 


 II "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje assumir o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível."


 


 III - "O nosso mundo atingiu o seu ponto crítico. Os filhos já não ouvem os pais. O fim do mundo não deve estar longe."


 


 IV- "Essa juventude está estragada até ao mais profundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."


 


Autores destas frases:


I- Sócrates (470 ¿ 399 a.C.);


II - é de Hesíodo (720 a.C.);


III - sacerdote do ano 2000 a.C.;


IV - estava escrita num vaso descoberto nas ruínas da Babilónia (actual Bagdad) e tem mais de 4 mil anos.


Fonte: http://diario.iol.pt/melhor-do-leitor/iol/1029512-4105.html